20 de abr. de 2011

Bimestres, livros e cobras

Esse aqui é pra
colorir e colar.

Finalmente o primeiro bimestre se despede e anuncia a chegada de um novo período dos nossos estudos. Como vocês avaliam esse primeiro bimestre, criaturas, gostaram, não gostaram, foi difícil, foi tranquilo ou foi simplesmente traumatizante?

Independente da resposta, uma coisa é certa: foi um bimestre de MUITO trabalho. Uns se dedicaram mais que outros #fato, mas todo mundo (de algum modo) tentou dar o melhor de si. Infelizmente, nem sempre o nosso melhor é suficiente para alcançar o alvo. Entretanto, não é desistindo que se conseguirá, né não?!

Nesse segundo bimestre, iniciaremos (em Língua Portuguesa) o estudo da arte da palavra: a Literatura S2. Para que possamos compreender o conteúdo teórico, é imprescindível que conheçamos o texto literário, sendo assim a leitura representa peça-chave para nossas aulas.

Mas alguém pode dizer: "Eu odeio ler!"; o professor dirá: "E quem liga?". A leitura é fundamental para o estudo de qualquer conteúdo, tratando-se de Literatura essa constatação torna-se obrigação. Não dá pra pensar Literatura sem leitura (as duas palavras até são parecidas, olha que coisa!).

Geléia de cobra? O.o
Para começarmos com o pé direito esse estudo, faremos a leitura do livro “Cobras em Compota” de Ana Cristina Araújo Ayer, que assumi a codinome “Índigo” em suas publicações. Trata-se de um livro de leitura muito tranquila, os textos são curtos (contos), a linguagem é bastante acessível a todos e as histórias têm sempre uma pitada de humor, very good!


Mandarei o livro em PDF para o e-mail de todas as turmas de primeiro ano no momento oportuno a fim de que todos tenham a possibilidade de ler. Vocês poderão imprimir, ler no próprio computador ou comprar (dá pra fazer isso pelo Estante Virtual). Ainda vou definir a data limite para a leitura do livro, mas se alguém já quiser dar uma olhadinha rápida ou começar a ler, basta clicar aqui.  

Enquanto decide se começa a ler ou não, dizaê: como foi o seu primeiro bimestre?

19 de abr. de 2011

"Skoob" doo bi doo

Quem? Eu?

Como dito no último post, a internet possibilita uma verdadeira revolução em, praticamente, todas as atividades sociais contemporâneas. Uma das áreas mais afetadas é a relativa aos relacionamentos.

Hoje em dia, é comum alguém dizer que se tem 9273874732647326³³³ amigos/seguidores. Quer seja no Facebook, no Orkut, Twitter, Cromaz etc., as chamadas “redes sociais” agrupam milhares de pessoas por gosto, estilo, preferências, interesses e objetivos em todo o mundo.

Como eu percebi por esses dias, a maioria de vocês, mesmo sendo muito ligada em tecnologia, não dispensa a companhia de um bom e velho livro impresso assim como eu. Sendo assim, resolvi escrever esse post para apresentá-los o Skoob.

Skoob, como próprio nome já sugere (para os mais lerdos: “skoob” é “books” ao contrário; e para os mais lerdos ainda: “books” é “livro” em inglês), é uma rede social na qual você cria um perfil e monta a sua estante (*_____*). Nessa estante, temos a possibilidade de colocar livros que temos, que gostaríamos de ganhar de presente, livros que abandonamos, livros que estamos dispostos a trocar e tals e tals e tchuns e tals...é muito legal!

"A explicação do enigma e a repetição do enigma."
Além desse recurso, que já é super bacaninha, ainda podemos add adicionar os amiges e as amiges e participar de comunidades e fóruns sobre livros, autores e assuntos relacionados à literatura e escrever resenhas (textos opinativos) sobre os livros que estamos lendo ou que já lemos.

Confesso que o meu anda meio abandonado, afinal é TANTA gente em recuperação que nem tenho tempo de dar um F5 no meu perfil pra corrigir esse monte de prova...vê se ajuda, né gente!

Se o pessoal animar com mais esse rede social (é brasileira, vale dizer!), a gente pode criar o grupo dos “Skoobres de VNI” para discutir acerca dos muitos livros que vocês lerão para as minhas aulas. MUAHAHAHHAHA #risada maquiavélica.

8 de abr. de 2011

Compartilhando slides e ideias

 
O mundo mudou e a gente também!


Vivemos uma verdadeira revolução na sociedade. Graças à tecnologia, grande parte das nossas práticas sociais sofreu (e ainda sofre) mudanças radicais. Hoje em dia, existe a possibilidade de comprar desde livros até casas pela Internet.

O modo de fazer amigos, conversar com eles, ouvir música, comprar, vender, foi modificado pelos recursos tecnológicos. Na esteira destas mudanças, está também o modo de estudar. O computador (e, em especial, a Internet) propicia muito mais rapidez, agilidade e eficácia no processo de ensinar e aprender.
Por isso, ao invés de utilizarmos o quadro para escrever TO-DOS os textos, lançamos mão do famoso Power Point. É bem mais divertido ver as letrinhas coloridas aparecendo como num passe de mágica na tela do que passar horas e aulas escrevendo, não acham?
Juntos podemos
muito mais!
E para não corremos o risco de perder essas apresentações nas caixas de e-mail da vida (pode acontecer de algum desavisado apagar por engano), todos os slides das disciplinas ministradas pelo professor Olivaldo estarão virtualmente salvos no site Slide Share, no perfil do professor (clique aqui para ser direcionado para a página)
A rede mundial de computadores (Internet) nos oferece uma série de ferramentas maravilhosas que, se usadas, facilitam muito a chegada ao nosso objetivo: o conhecimento. O grande problema é que esses recursos não são aproveitados da maneira adequada. E aquilo que serviria para ajudar acaba atrapalhando (o famoso “Ctrl C+Ctrl V” é o exemplo clássico).
Oferecer recursos como esse é a minha tentativa de ajudar a diminuir esse analfabetismo funcional digital que assola grande parte da população brasileira. Vocês acham que ajuda ou eu estou me esforçando à toa?  

30 de mar. de 2011

O Verso e o inVerso por Micaela Fioerese

Quem lê viaja.
Como ficou explícito no post anterior, as aulas de Língua Portuguesa são lugares propícios a manifestações artísticas. Uns desenham, uns pintam e bordam, outros cantam e grande parte destes vai DANÇAR logo logo. Aguarde e confie.

Na aula desta quarta-feira (30/03/11), após uma discussão sobre poesia a aluna Micaela Fiorese - Agro. 1º ano Mat. - apresentou a sua defenição do fazer poético, transcrito logo abaixo.


                                     Fazer poesia
É escrever com o coração.
Usar os dedos da alma
e as mãos da expressão.

Fazer poesia
É se jogar no papel.
Usar seu sangue como tinta
E a cabeça como pincel.

Fazer poesia
Não tem hora nem lugar
É quando a vontade vem de dentro
A vontade de se expressar.

Fazer poesia
Não é apenas escrever.
É mostrar para o mundo 
O que vem de dentro de você.

Eu não sei quanto a vocês, mas eu achei muito criativa e interessante a visão pessoal da Micaela para a produção de poesias. Quando estivermos estudando "Funções da Linguagem", trataremos da Metalinguagem (usa o código para falar do código), o texto acima é um exemplo de produção metalinguística pois utiliza uma poesia para falar da própria poesia. Chique né?

O que acharam do texto da colega? Mandou bem ou viajou total?

29 de mar. de 2011

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo...

Eu não sei quanto às outras aulas, mas as que eu ministro devem ser muito, MUITO, M U I T O chatas. Porque só mesmo isso para justificar o fato das pessoas preferirem desenhar a ouvir o que eu tenho para dizer.
Pelo menos tem um lado bom: descobri verdadeiros artistas nas minhas aulas. Se não forem bons usuários do idioma, meus alunos pelo menos serão bons desenhistas. De fome não morrem!
Há algumas semanas, por acaso, peguei Samara Spadeto (1º ano Agro. Mat.) “no pulo”. Estava eu andando por entre as filas e, quando cheguei próximo a ela, percebi que tentava esconder uma das suas obras-primas. Após alguma insistência (sim, eu sou chato), ela resolveu me mostrar e, para a minha surpresa, era uma caricatura minha! Fique lisonjeado e pedi de presente. Ela deu.
Segue o desenho para a apreciação de todos.
Clique na imagem para
ver em tamanho original

Mandou muito bem, Samara, parabéns!
E como eu bem sei que mais gente arrasa no desenho, faço um convite: mande o seu desenho, rabisco, charge, caricatura e afins para o e-mail interacao.blog@gmail.com para que seja visto, amado, copiado e invejado por todos.
Aqueles que ficarem legais (não vale ofender ninguém e nem fazer boneco de palito! ¬¬’) e forem autorizados pelas pessoas retratadas virão para o Cérebro Elétrico.
E para terminar, um pedido: favor NÃO fazer os desenhos durante as aulas! Grato.

24 de mar. de 2011

E o prêmio de melhor aluno do mundo inteiro (por enquanto) vai para...

"Quero dedicar esse prêmio
a toda a minha família.
Beijo, mãe. Te amo!"
Aêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêw, pessoas!

Muita gente tentou, muita gente chutou, muita gente viajou no cotonete, muita gente acertou, mas só UMA PESSOA falou primeiro. E essa pessoa foi...*que rufem os tambores.*

TCHAM, TCHAM, TCHAM, TCHAM <#aiqueemoção!>

Wellisson Vitor Pessini - 1º AGRO - MAT.

Parabéns, Wellisson, você acaba de ganhar uma viagem com todas as despesas pagas para Acapulco, no México! (ok, mentira...mas levou pra casa 1 ponto em Língua Portuguesa. "/ ...eu também preferia a viagem)

Tiveram até respostas mais completas que a dele, mas como o combinado era o ponto para o primeiro, o Wellisson leva dessa vez. Estou pensando em, na próxima, dar o ponto para aquele que melhor explicar e não para aquele que postar a resposta certa primeiro, q q 6 acham?

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Agora vamos à explicação da falha linguística do Fernando no vídeo:
 
Omovedor!
Carijangrejo!

Como vimos em sala, o padrão coloquial da língua consiste no emprego das estruturas da língua de forma espontânea e não se preocupa em seguir as regras ditadas pela gramática normativa. Quando o Fernando Aniteli diz que as pessoas que não tiveram oportunidade de terminar os estudos não dominam a linguagem coloquial, ele, na verdade, intencionava se referir ao padrão culto. Esse sim, como diz José de Nicola, caracterizado por estar em "conformidade ao conjunto de regras das gramática normativa".

E como diz D. Jura no final de  Zaluzejo: é só isso que eu tenho pra dizer.

23 de mar. de 2011

O Verso e o inVerso.

Segue um poema de Carlos Drummond de Andrade. Leia-o com atenção e relacione (em forma de comentário) o seu conteúdo à teoria estudada e discutida em sala.

Aula de português

A linguagem
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.

A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer?

Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.

Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.

O português são dois; o outro, mistério.



"Interpretar poesia 
é viajar na maionese."
Explicite no seu comentário o que, na sua opinião, o último verso "O português são dois; o outro, mistério." faz referência.

Dica¹: interpretem por estrofe. Fica mais fácil do que tentar lançar a ideia geral toda de uma vez;
Dica²: o box da página 16 do nosso livro (Escola: democratizando oportunidades) pode ajudar, deem uma lidinha lá, blz?
Dica³: você está na Internet, tem um MUNDO de informações a um clique de mouse. Use-a a seu favor. Só não vale dar um "Ctrl C + Ctrl V" porque o professor também sabe usar o Google, tá bom?! ¬¬'


Data limite para a postagem dos comentários interpretativos: domingo (27/03).